Nossa História

Na senda iniciática da Maçonaria Feminina, cada Irmã é chamada a acender sua própria Luz interior, edificando o Templo de Salomão dentro de si, sob os pilares da Sabedoria, Força e Beleza, e lapidando com o malhete da vontade a pedra bruta do espírito rumo à perfeição.

Sobre a Maçonaria Feminina

A Maçonaria Feminina perpetua os princípios universais da Arte Real, fundamentados na Luz do Conhecimento, na Fraternidade e no aperfeiçoamento moral e espiritual do ser. É a senda iniciática pela qual as Irmãs, unidas sob o mesmo Compasso e Esquadro, lapidam a Pedra Bruta interior em busca da Verdade, da Sabedoria e da Harmonia. Representa a força, a sensibilidade e a presença ativa da mulher na construção do Templo da Humanidade.

Nossa História

A Maçonaria Feminina em suas formas exclusivas percorre há mais de três séculos uma trajetória de afirmação, estudo, virtude e serviço. Sua origem está na intersecção entre os ideais da Arte Real – Luz, Virtude e Fraternidade – e movimento histórico das mulheres traduz-se na legítima reivindicação pelo reconhecimento da igualdade de direitos maçônicos, pela efetiva participação em espaços de poder e de saber, em consonância com os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da isonomia.

Ainda que muitas Lojas Masculinas da Maçonaria tenham restringido a iniciação feminina, a história registra mulheres efetivamente iniciadas, a criação das Lojas de Adoção na França do século XVIII e mais tarde, a consolidação de obediências mistas e femininas na Europa, no Reino Unido e no Brasil.

As pioneiras da Maçonaria Feminina

O primeiro nome feminino reconhecido pela história maçônica é Elizabeth St. Leger Aldworth, na Irlanda, iniciada entre 1712 e 1718 em uma loja masculina. Conhecida como a “Lady Freemason”, ela é a primeira mulher com registro oficial de iniciação na Maçonaria regular. Seu exemplo abriu caminho para outras mulheres, mesmo em um tempo em que não possuíam direitos civis ou políticos.

Na França, em meados do século XVIII, surgiram as Lojas de Adoção, oficinas vinculadas às lojas masculinas, com rituais próprios para mulheres. Em 10 de junho de 1774, o Grande Oriente da França (GOdF) regularizou oficialmente essas lojas. Pouco tempo depois, em maio de 1775, a Duquesa de Bourbon, Louise-Marie Thérèse, foi instalada como Grã-Mestra de Adoção da Loja Le Candeur, em Paris, posição que ocupou até 1780. Trata-se de um dos primeiros registros de uma mulher ocupando uma posição elevada equivalente à de Venerável Mestra.


Fraternidade

Construindo laços duradouros baseados no respeito mútuo e na solidariedade entre irmãs.

Conhecimento

Busca constante pelo aperfeiçoamento intelectual e moral através do estudo e da reflexão.

Benevolência

Compromisso com ações caridosas e projetos sociais que beneficiem a comunidade.

Universalidade

Valores que transcendem fronteiras, unindo mulheres de todas as culturas e origens.